segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Valparaíso - Chile












2008.11.17 - Valparaíso - Chile

Valparaíso e Viña del Mar são as duas pérolas do litoral chileno, esta primeira é uma cidade muito charmosa, cheia de ruas pitorescas e estreitas, morros recheados de ruelas e vistas para o mar, charmosos teleféricos para levar às partes altas da cidade e uma vida bastante mais agitada do que se imaginaria para uma cidade pequena litorânea próxima à grande capital do país. De fato Valparaíso contruiu sua reputação em volta da atividade marítim, como grande centro portuário não apenas do Chile, como da América do Sul, devido à sua privilegiada posição de cara ao Oceano Pacífico, efetivamente nota-se que a cidade cresceu de uma maneira rápida e desordenada, pela própia disposição de ruas, casa e sistema de transmissão de energia.



É fato que muito dos pontos lindos da cidade como nos morros e montes de onde e pode ver todo o local, são contamindado por uma fiação elétrica sem fim e que acaba deixando um pouco feio o todo, mas isso é um detalheapenas, a cidade é uma delícia, com uma gastronomia marítima excelente e bons pontos culturais e para diversão. Destaco a visita à casa de Pable Neruda, um autêntico conjunto de obras excêntricas do dono e uma posição extremamente privilegiada com vista para toda a cidade e Pacífico.



A noite de Valparaíso também é bem agitada e oferece bons restaurantes e casas para estender até altas horas, menos durante a semana, recomendam-se sextas e sábados. Vale muito a pena visitar a cidade que, além de tudo, está a somente 2 horas de Santiago.

(Música Sugerida: Cierra tus Ojos - Los Iracundos)
(Comida Sugerida: Mistura power de carne, frango, milho, queijo, arroz e ovos)

domingo, 16 de novembro de 2008

Santiago - Chile


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2008.11.16 - Santiago - Chile
Santiago é um cidade exemplo para a América do Sul, tem ares tranquilos e chega a lembrar algumas cidade européias. Fiquei impressionado com a cidade, de verdade, um povo bastante acolhedor, um clima ameno (pelo menos em Novembro), ótimo para passear e caminhar bastante. O fato da cidade ser extremamente plana ajuda bastante, achei isso incrível, além de de estar totalmente cercada pela imponente Cordilheira dos Andes. Poder contemplar uma vista ampla da cidade a partir do Cerro de San Cristobal é inesquecível, dá a impressão de um grande forte ao redor da cidade, muito lindo.

A comida é ótima e o sistema de transportes bom, apesar que usar taxis vale a pena financeiramente se não estiver sozinho. Exploramos os principais pontos da cidade, mas foi caminhando pelas ruas menos conhecidas que conhecemos grandes pontos de encontro e restaurantes (como um temático medieval excelente). O aeroporto de Santiago é ótimo e moderno, o que faz com que muitas viagens pelo Chile o tenham como ponto de passagem. A posição geográfica de Santiago é excelente para partir tanto para o Norte como para o Sul do país, além de ter acesso rápido ao litoral charmoso formado por Valparaíso e Viña del Mar, assim como o Valle Nevado para quem curte escapar para uma esquiada. De fato, uma cidade linda e com um povo amável, vale a pena um retorno com certeza. Vale ressaltar o povo chileno, que passou por períodos políticos extremamente opressores, sobrevive a diversos terremotos constantemente e ainda assim mostra muita alegria e luta. Um exemplo!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

San Pedro de Atacama - Chile












2008.11.13 - Atacama - Chile

Um lugar impressionante, de uma diversidade de ambientes incrível, não é a toa que a região de Atacama receb milhares de turistas todos os anos. Que outros lugar no mundo pode oferecer uma visão ímpar desértica, lagos altiplânicos, gêisers e águas termais ao ar livre, montanhas rochosas, um céu absolutamente limpo e sempre estrelado à noite, regiões cobertas por um "mar" de sal entre outras maravilhas. Somente a região de Atacama.


E foi isso que pude viver ali, visitar os famosos e impressionantes Vale de la Luna, região desértica que possue um relevo muito semilar ao do satélite terrestre e fonte de pesquisa para a NASA e o Vale de la Muerte, onde simplesmente não se consegue encontrar um ser vivo sequer, cheio de dunas e montanhas rochosas, realmente surpreendente a força destas paisagens, especialmente se tiver a oportunidade de vislumbrar o pôr do sol e curtir todo o colorido que o céu assume, lindo. Mas quem imagina que o Atacama vive somente de desertos se engana muito, primeiramente o assustador Salar de Atacama, um lugar absolutamente cercado por um "mar de sal" que parece não ter fim, o lugar é fruto dos mar salgado que esteve ali a muito e muitos anos e que ficou confinado devido a terremotos pela cadeia de montanhas que há, com isso a água foi secando ao longo dos tempos e ficou somente quilômetros quadrados de sal, hoje existem alguns lençóis de água que garantem vida no local e são atraentes e propícios para os muito flamingos que existem lá, muito bonito este conjunto de imagens.
Não menos impressionante e muito recomendável é a visita aos Gêisers de Tatio, principalmente indo muito cedo, pela manhã as temperaturas que pegamos beirava os -10 graus celsius e os gêiser disparavam jatos de água com temparaturas de até 80 graus celsius, incrível este efeito, cheio de vapores d'água e verdadeiras "piscinas" térmicas para os corajosos entrarem. Admito que não fui um destes, pois estava muito travado com o frio que fazia no local, impressinante o choque de fenômenos da natureza que se apresentam ali.


Para completar a viagem conhecemos os famosos lagos altiplânicos, lagos paradisíacos formados pelos degelos das montanhas e à uma altitude de aproximadamente 4.300 metros, tudo isso no meio da região desértica do Atacama, é de tirar o fôlego, além de ser uma viagem muito agradável cortando os vilarejos e povoados da região, lindos animais e vida vegetal pelo caminho. Como "cereja do bolo", a hospedagem foi na cidade de São Pedro de Atacama, uma delícia de cidade, super pequena e 100% voltada ao turismo, onde tive o privilégio de ver o céu mais estrelado de minha vida, afinal o céu está sempre limpo e somente chove por ali uns 3 dias no ano.
Uma viagem memorável, recomendo a todos (principalmente aos sulamericanos que estão pertinho).

(Música Sugerida: Como La Lluvia - La Noche)
(Comida Sugerida: Carne de llama, milho)
(Bebida Sugerida: Cerveja local)

domingo, 9 de novembro de 2008

Vale Sagrado - Peru













2008.11.09 - Vale Sagrado - Peru
O caminho entre Cusco e Machu Picchu é recheado de cidades históricas datadas dos impérios inca, a essa região foi dado o nome de Vale Sagrado, por alí se pode admirar ainda mais a precisão das contruções incas, aprender sobre sua cultura, objetos e rituais de adoração ao sol e à lua, engenharia avançada (de verdade... os caras eram muito bons) e mistérios.

Esse passeio é imperdível e pode abordar várias localidades, fizemos dois trajetos e escolhemos visitar Sacsayhuamán, Ollantaytambo, Tambomachay, Pisac, Puca-Pucara, Chinchero, Quenko e Urubamba, todos lugares incríveis. Destes todos destaco Sacsayhuamán e Ollantaytambo. A primeira representava o local militar, também usado para grandes eventos religiosos, é simplesmente impressionante, formado por sequências de "muralhas" contruídas por pedras talhadas à perfeição, o detalhe é que elas compunham os muros umas sobre as outras com encaixes perfeitos e sem nenhum outro tipo de material (como o cimento modernamente) para mantê-las unidas, incrível como não se pode passar uma navalha sequer por entre as pedras, extremamente bem feito.

Inclusive houve algumas tentativas modernas de restauração de alguns lugares que com o tempo cederam, e o fato é que as restaurações cederam tempos depois, antes ainda das seculares que ainda estão ali em pé... os locais comentam sobre estas "restaurações" que a diferença está entre as "contruções do incas" versus as "contruções dos incapazes"...hehe. Andando por ali se passa por pedras enormes talhadas, formando paredes, portas e passagens. Em alguns lugares se notam buracos nas pedras onde antes existem peças em ouro na figura de serpente, ou outros animais considerados sagrados, mas que foram levadas durante o período da conquista espanhola.

O lugar impressiona muito!Ollantaytambo é outro local clássico da cultura inca, caracterizado pela enorme e altíssima sequência de terração, tem toda a sua contrução perfeitamente casada com os fenômenos naturais que favoreciam a agricultura ali, desde o estabelecimento de "armazéns" para guardar e preservar a comida em locais frescos e arejados naturalmente pelo vento, na face das montanhas, até locais para adoração e agradecimento ao elementos Sol e Lua totalmente planejados frente à posição e trajetória do Sol durante o dia e as variações das estações do ano. O nível de conhecimento e aplicação dos fenômenos da natureza, em especial as mudanças de estações e seu vínculo à agrcicultura são fenomenais na cultura Inca. Além disso, a sempre reverenciada Pacha Mama (Mãe Natureza) como o ser que provia todos os recursos e vida local. Apredemos muito com os guias, a recomendação neste caso é fazer o tour guiado, com certeza, apesar da não garantia de 100% de que todas as estórias fecham (verdade, alguns guias divergem entre sí... bizarro). Nosso guia era o "Indiana", como batizamos, e o cara mandava muito bem nas explicações e exemplos práticos. Nota 10!! No final, o trajeto pelo Vale Sagrado ainda permite ir às compras e adquirir alguma coisa do artesanato local a preços bem acessíveis. Recomendado!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Machu Picchu - Aguas Calientes - Peru














2008.11.07 - Machu Picchu - Peru
Sem sombra de dúvida Machu Picchu foi até agora o lugar mais incrível que conheci na minha vida. Tudo alí tem um tom de mistério, magia, tradições incas e muita história. Primeiramente existe todo um jeito específico de chegar alí, partindo de Cusco se pode chegar de trem, um único trem e que valhe a pena com certeza comprar antes, e que tem um trajeto incrível, cruzando as cordilheiras e fazendo um caminho ao lado de rios e muito verde, demais. O trem é um pouco velho, mas vale muito a pena, de repente se der para pagar os vagões mais luxuosos se sinta menos cansaço.

A viagem é demorada e leva aproximadamente 3 horas, balança pacas (esquecer o modelo de trens europeu). Tem que ter pique, mas compensa demais, a chegada é no coração da cidade de Aguas Calientes, a cidade fica na base de uma série de montanhas, de fato fica literalmente ilhada por todas elas, dando uma ar absolutamente único e diferente de tudo o que eu tinha visto antes, teve um momento que me lembro muito bem, onde estava na pracinha central da cidade olhando 360 graus ao redor e notava que não havia um lado sequer sem estar presente uma montanha enorme, dava uma sensação de ser muito pequeno e ao mesmo tempo não gerava desconforto nem a noção de estar sufocado, definitivamente o ar de lá tem algo bem diferente.

Bom, a cidade sobrevive 100% do turismo, como não poderia deixar de ser, estamos fizemos turismo de verdade. Chegamos ali e já fomos para o albergue, muito simples mas ajeitado, era o que precisávamos. Boa cama e chuveiro quente, aproveitamos de cara e fomos para "Las Aguas Termales" da cidade, basicamente piscinas de aguá quente natural, muito bom, serviu como um santo remédio para relaxar um pouco, depois da exaustiva viagem. Agilizamos rapidinho as compras das entradas para a visita ao principal objetivo: Machu Picchu.


Esta cidade mágica inca foi construída totalmente no cume de uma das montanhas que cerca Aguas Calientes, tem que pegar um ônibus bem cedinho ou arriscar uma caminha até lá antes do sol nascer (Avelar encarou!!!). Levantamos as 4am para pegar o primeiro ônibus e aproveitar o máximo, na verdade estava bem apreensivo e curioso, e quando chegamos, onde estava a cidade? Era muito cedo e havia uma neblina (ou nuvens, ou névoa) que impedia de ver qualquer coisa numa distância maior que 20 metros, não dava pra ver nada e aproveitamos para tomar o café da manhã ali mesmo...

De repente, triunfalmente a neblina foi embora e veio a imagem maravilhosa de Machu Picchu, exatamente como se vê nos posters, livros, sites, etc... impressionante demais!!! Extremamente admirável como os incas conseguiram construir tudo aquilo, no alto da montanha, como levaram as pedras? Como conseguiam contruir as habitações tão geometricamente perfeitas? Ficamos alí lendo um pouco e ouvindo as estórias do lugar, o lugar foi muito utilizado para proteção, sendo que as princesa eram levadas alí quando rolava algum perigo de invasão. A cidade NUNCA foi decoberta pelos conquistadores espanhóis, e depois de séculos, em 1911, o explorador Hiram Bingham pagou 1 sol para um local levá-lo a algumas ruínas que existiam nas montanhas, foi descoberta Machu Picchu. Uma vez lá, tem que arregaçar as mangas, amarrar o tênis e andar, andar, andar até a exaustão para fazer todas as visitas a pé, e vale uita a pena visitar o Templo do Sol, Intihuatana, Rocha Sagrada, Templo do Condor, The Hut, As fontes de agua, Palácio da Princesa, Templo das Três Janelas, cada um com sua estória particular, sem palavras. Durante a tarde, encaramos a escalada da montanha Wayna Picchu, cansa muito uma hora e meia de subida e outra para descer, mas dali se pode ver toda a cidade de Machu Picchu de cima, é uma visão inesquecível e valeu cada minuto, centavo e gota de suor aplicados. A sensação é de estar no ponto mais alto do mundo e o respeito pelos incas e pela turma de Pachacútec (o 9º imperador inca) ficou marcado.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Cusco - Peru












2008.11.05 - Cusco -Lima
Cusco é muito conhecida como uma cidade "ponte" para quem vai a Machu Picchu, mas ela não é somente isso, com certeza. Primeiramente, assim como o maravilhoso local das ruínas incas, é também considerado patrimônio da humanidade pela UNESCO. Chegar na cidade já é muito legal, o avião faz o contorno pelas montanhas ao redor e pousa em uma pista bem pequena no coração da cidade, se pode enxergar ao fundo em um dos montes a famosa frase escrita "Viva el Peru Glorioso". Andar pelas ruas da cidade é muito agradável, claro que é muito cansativo devido à altitude, 3.400 metros, e seus efeitos, subir simples ladeiras de 3 ou 4 quarteirões é um verdadeiro desafio e tem às vezes que ser feito em fases. Sobe um pouquinho, para um pouquinho, e por aí vai... depoi de alguns dias você acaba acostumando e sofre menos. As ruazinhas da cidade tem como características serem bem estreitas, de paralelepípedo e muito íngrimes, mas vale o esforçe e a caminhada com certeza.

No centro tem bons restaurantes, lojinhas sem fim e bares oferecendo de tudo e mais um pouco para atrair os clientes, de fato às vezes irrita um pouco este assédio. Em geral, negociando bem se pode entrar em um bar ou restaurante ganhando uns 4 ou 5 Pisco Sours de entrada...rs... a qualidade não entra na conta. Além disso, uma característica típica são as sacadas de madeira dos lugares, pricipalmente os situadas na Plaza de Armas, com as fortes presenças da Catedral e da Igreja da Companhia.


Pela noite a cidade fica muito mais bonita, com os montes ao redor iluminhados fica um ar de céu estrelado, o frio aperta e parece que a altitude faz mais efeito ainda, o jeito é caprichar nas roupas de frio e tomar muito chá de coca!!!

(Música Sugerida 1: Pacha Mama - local)
(Música Sugerida 2: The Lion Sleeps Tonight - The Tokens)
(Comida Sugerida: Choclo/Chá de Coca/Carne de Alpaca)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Nasca - Peru












2008.11.04 - Nasca - Peru
Conhecer as famigeradas linhas de Nasca foi umas das experiências mais alucinantes da minha vida, foi emoção do início ao fim... vou explicar. Começamos saindo super hiper mega cedo de Lima, nosso ônibus Lima-Nasca partia às 4 da manhã, logo às 3 já estávamos de pé, totalmente zumbis, e assim fomos. Pouca bagagem em mãos, afinal ficaríamos por alí somente uma noite, pois além das linhas, cemitérios e alguns museus a cidade não tem tantos outros atrativos para justificar mais dias. Foram 6 longas horas de viajem, a estrada não parecia tão ruim, mas ia piorando gradativamente conforme nos aproximávamos de Nasca, totalmente desértico todo o redor daquela região (rumo ao Sul peruano) e chegamos meio quebrados às 10 da manhã.

Bom, "first things first" e já fomos procurar como chegar o mais rápido possível no albergue e já agilizar nosso passeio pelas linhas de Nasca. Quando se chega na cidade, se tem a impressão de que é quase o fim do mundo, senão o próprio, uma cidade muito simples com quase todos os telhados das casas em contrução, muito esquisito, enfim, nosso albergue não era nada diferente disso, bem tosco de verdade, ainda bem que estávamos em 4 pessoas para poder segurar a onda de ficar hospedado alí, sozinho ia ser complicado, de qualquer forma era bem barato, e economizar fazia sentido pensando na viajem longa que fazíamos.

Alí conhecemos a Lize, uma holandesa bem descolada que, ao contrário de tudo o que eu disse, estava ali sozinha e ia ficar por 5 dias, muito legal a amizade que fizemos e nos divertimos bem no "terraço" do albergue regado a música, cerveja e muitas estórias... nota 10! No dia mesmo fomos à tarde ver as linhas de Nasca, para informação isto somente pode ser feito sobrevoando as mesmas com um avião de pequeno porte, monomotor em nosso caso, para desesperdo do Barbosa que passou mal todo o voo. Se tem uma coisa alucinante é voar em um avião monomotor, balança muito e as manobras são muito rápidas, passando inclusive por "ameaças" de loopings pelo cordial piloto, animal!

Sobre as linhas, simplesmente espetacular, são enormes mesmo, e por isso somente por cima para ver tudo, formam as mais diversas figuras e realmente deixam um forte clima de mistério sobre como foram feitas tão perfeitamente (serão os aliens que ajudaram??), foi incrível e inesquecível, além de ficarmos sempre com o coração na boca pelas "arrojadas" manobras do piloto, para se ter uma idéia da segurança às vezes se estava vendo as linhas lá do alto e de repente passava outro avião monomotor voando por baixo, bizarro demais e difícil confiar que existia um "controlador de voo" olhando tudo isso... Bom, sobrevivemos e os registros foram demais, no final curtimos muito e saímos ainda para comer e curtir pela cidade no final do dia, o fato é que não conseguimos ter mais energia para fazer outras visitas pois ficamos toda a tarde nas linhas... mas valeu muito e apesar dos pesares eu recomendo com certeza!!! Épico.

(Música Sugerida 1: Danger Zone "Top Gun Theme"- Glen Frey)
(Música Sugerida 2: Blaze of Glory - Bon Jovi)
(Bebidas Sugeridas: Inca Kola e Pisco Sour)

domingo, 2 de novembro de 2008

Lima - Peru












2008.11.02 - Lima - Peru
Lima é uma cidade muito diferente, primeiro que é toda contornada pelo Pacífico, muito muito frio Pacífico, basicamente devido à corrente de Humbolt que gela até a alma. Ver a cidade toda muito acima do nível do mar é muito legal, parece que foi cuidadosamente recortada, dos morros fazem alguns voos de parapentes muito convidativos, mas os beavises não quiseram encarar e acabou ficando para outra oportunidade. Capital peruana, Lima oferece muitas atrações durante o dia e pela noite, por alí mesmo experimentei meus primeiros Pisco Sours, oferecidos como "entrada" para abrir a carteira nos restarurantes. Aliás, comento que comi o melhor ceviche da minha vida em Lima, super bem temperado e delicioso, deu pra arriscar até alguns temperos mais condimentados e picantes, muito bom.

Enfim, durante o dia caminhada básica pelo centro, atenção com alguns golpes (não aceitar trocar moedas de vários países de um mesmo valor como lembrança, pode ficar com moedas falsas, acredite), conhecemos belos edificios no estilo bem colonial, com fachadas de madeira bem trabalhadas e bonitas, vimos a sede do governo, Plaza de Armas (toda cidade tem uma...) e fomos visitar o Convento de São Francisco. Muito bacana o convento mas o mais impressiontante, de longe, são as catacumbas que ficam abaixo do convento, é alucinante ver milhares e milhares de ossos às vezes somente em um mesmo depósito e outras vezes alinahdos e formando figuras de um modo bizarro.

Enfim, os corpos eram atirados alí e por lá ficavam apodrecendo com o tempo, dia após dia, eles acreditavam que os corpos jogados alí por estarem logo abaixo do convento, faria com que as almas estivessem mais próximo da paz e Deus. O clima é muito down, e para completar fomos todos comer no KFC e fizemos nossa própria ossada. hahaha. Bom, em nosso dias em Lima pegamos um albergue excelente, super caseiro e seguro e valeu muito a pena, fomos a um cassino no centro e perdemos um pouco de dinheiro na roleta, foi pouco pois estávamos mãos-de-vaca (no plural??) muito engraçado. Uma estória boa foi o taxi que pegamos para chegar no show do Duran Duran no estádio Monumental, falamos para o motorista ir rápido para não perdermos o começo do show e até topávamos pagar mais... recomendo nunca fazerem isso! O trânsito e pricipalmente os motoristas são absolutamente loucos em Lima!!! Escapamos bem... O show foi perfeito.

(Música Sugerida 1: Come Undone - Duran Duran)
(Música Sugerida 2: Save a Prayer - Duran Duran)
(Música Sugerida 3: Rio - Duran Duran)
(Comida Sugerida: Ceviche / Choclo / Pisco Sour)

sábado, 18 de outubro de 2008

Viña del Mar - Chile












2008.11.18 - Viña del Mar - Chile
Encantadora a cidade de Vinã del Mar, muito charme pricipalmente em tudo o que à beira-mar, lindos hotéis, restaurantes maravilhosos, uma vista linda do pacífico, muitos pássaros e, é claro, a longa praia. Particularmente em Viña foi muito especial, pois estávamos (Eu e o mestre Avelar) na reta final da viagem, e muito cansados de verdade, então o plano foi fazer um passeio bem relax, caminhando no calçadão, conversando bastante, admirando os belos hotéis que existem ali e curtindo a paisagem e a praia, apesar de não termos entrado na areia, que na verdade não é muita.


Pelo que vimos a praia não é para banho, somente molda magníficamente a cidade, o que fica muito legal são os resutaurantes suspensos que ficam por ali e algumas conhecidas atrações como o Cassino perto do relógio de flores, um dos símbolos da cidade. Na visita tivemos a companhia de nossa amiga chilena, da turma que conhecemos em Valparaíso, que nos foi uma bela guia e explicava tudo pra gente, ela trabalhava com artesanatos e comercializava perto do cais em Valparaíso.

Para os casais de plantão, como um brasuca que conhecemos no Chile, ainda vale um passeio de charrete ou bicicleta-dupla-coberta, cada uma, enfim. Linda cidade, e pertinho de Santiago, vale a pena visitar.